quarta-feira, 8 de agosto de 2012

FAMÍLIA NA ESCOLA


Ação conjunta: Família, Escola e Sociedade

A sociedade precisa ter claro que o papel da escola não é transmitir conhecimentos para uma Educação básica, de “berço”, como a palavra traz essa vem de casa, da base de cada ser humano. Ana Regina Caminha Braga

A Família tem papel fundamental na educação da criança
É chegado o momento de motivar uma reflexão junto à família, na qual é depositada uma responsabilidade tão valiosa quanto à do professor, se considerar que a criança ao chegar ao mundo já estabelece suas primeiras aprendizagens no meio em que está inserida, ou seja, seu lar. É muito importante essa consciência por parte dos responsáveis para que aja uma compreensão real do que é dever da escola e o que compete à família, pois ultimamente os papéis estão um pouco invertidos pelo que pode ser visualizado nas escolas. Já que as famílias confiam a Educação formal de seus filhos, desde cedo à escola, as regras também devem ser explicadas desde o início da caminhada da criança. É nítido que os responsáveis têm conhecimento de sua existência, mas nem sempre colocam em prática, em virtude da vida agitada que o ser humano leva atualmente com a globalização e etc. No entanto, alguns problemas começam a dar sinais e se não tratados, o percurso continua, mas com algumas “pedras” que podem dificultar o caminho. Como traz Isabel Parolin (2003, p. 8) “a criança precisa estabelecer com seus pais, professores e outros adultos relações equilibradas, decorrentes de fronteiras nítidas”, ou seja, ela precisa de um espaço no qual as aprendizagens primárias sejam vividas, ensinadas, mas para ensiná-las o que é preciso? Principalmente conhecer desde tenra idade os limites. Os “sins” e os “nãos”, os quais serão absorvidos pela criança como um meio de representação dos seus ganhos ou de suas perdas. Para tudo na vida precisamos de ordem e educação; o mesmo acontece no meio escolar. De acordo com Isabel Parolin (2003, p. 11) à escola cabe o papel de “educar nossas crianças para que elas tenham maturidade para pensar alternativas, nos problemas que a nossa geração está deixando como herança, mas também para os novos desafios”. Mas para que isso aconteça é preciso que a sociedade, a família e a escola caminhem juntas, cada um reconhecendo e efetivamente cumprindo com seus papéis, para que nenhuma instância fuja de seus deveres, sobrecarregando outra instância, como acontece nos dias atuais. A sociedade precisa ter claro que o papel da escola não é transmitir conhecimentos para uma Educação básica, de “berço”, como a palavra traz essa vem de casa, da base de cada ser humano. Na escola elas aprendem cidadania, valores éticos, formação de opinião, filosofias de vida. Na instituição se aprender o mundo e suas múltiplas linguagens. Nesta realiza-se uma caminhada acadêmica, a qual media novos caminhos para uma vida profissional.
*A autora é Tradutora e Intérprete da Língua Inglesa, Psicopedagoga, Especialista em Educação Especial, Gestão Escolar e Mestranda em Educação PUCPR. anaregina_braga@hotmail.com

DEZ MANDAMENTOS DO PROFESSOR


Os Dez mandamentos do educador

Para colorir e debater...
http://gestaoescola.blogspot.com.br/

SEMINÁRIO DE REEDUCAÇÃO ALIMENTAR

retirado do blog: ntmsaojose.blogspot.com
Dicas para mudar a sua alimentação!


A GORDURA NO CORPO HUMANO

17 fatos sobre a gordura


Ninguém gosta dos resultados que a gordura exerce no corpo, isso não é novidade. Com essa tendência irritante de se acumular onde menos nos convém, a gordura é alvo da mulherada. Dietas, exercícios, rezas, mandingas... Os métodos que as mulheres usam para tentar se livrar dessas benditas células não têm limites. 
Contudo, a gordura é mais do que apenas aquela parte “gordinha” que salta por cima do jeans ou escapa por baixo da camiseta. Gordura é constituída pelas células adiposas e é muito mais complexa do que parece. Confira 17 fatos sobre a gordura e entenda como ela é acumulada no seu corpo:
Leia também:
Alimentos exterminadores de gordura
Coma mais gorduras "boas"
Acelere o metabolismo 

  1. Um adulto tem, em média, 40 bilhões de células adiposas (que armazenam gordura).
  2. O tecido adiposo é um componente dinâmico, complexo e necessário à vida.
  3. O tecido adiposo é também um dos mais abundantes no nosso corpo.
  4. As meninas nascem com mais células adiposas que os meninos.
  5. Na adolescência, já podemos estar com a quantidade total de células adiposas que teremos o resto da vida.
  6. A gordura aumenta quando as células existentes se ampliam e quando são criadas novas células.
  7. O número de células adiposas pode aumentar, mas não diminui.
  8. Quando você emagrece, as células adiposas murcham.
  9. As células adiposas morrem, mas o corpo rapidamente as repõe.
  10. As células adiposas são maiores em obesos.
  11. Existem dois tipos de células adiposas: a branca e a marrom. A branca é o tipo que faz suas roupas ficarem apertadas. A marrom é encontrada em bebês e tem a capacidade de queimar calorias.
  12. Células adiposas, assim como as cancerosas e outras células no corpo, alimentam-se de oxigênio com novos vasos sanguíneos em um processo conhecido com angiogênese. A gordura não pode se expandir sem expandir seus vasos sanguíneos. Pesquisadores estão estudando se determinados medicamentos usados no combate ao câncer podem fazer as células adiposas morrerem de fome da mesma forma que fazem com os tumores.
  13. Quando você se exercita, as células produzem uma enzima que faz o tecido adiposo liberar suas reservas para serem queimadas pelos músculos.
  14. O fígado armazena a glicose dos alimentos sob a forma de glicogênio e a libera na corrente sanguínea quando a energia é necessária. Se a glicose se esgota, o organismo começa a queimar gordura.
  15. As células adiposas secretam estrogênio, que está associado a certos tipos de câncer, principalmente câncer de mama em mulheres na pós-menopausa.
  16. A gordura corporal se acumula dos pés à cabeça e é eliminada do mesmo jeito.
  17. A gordura corporal é como um traje de esqui: proporciona isolamento contra o frio. Uma desvantagem de ficar magro é sentir mais frio.

Fonte: Livro "A dieta dos 17 dias", de autoria do médico norte-americano Mike Moreno. Editora Sextante.

retirado do  blog: ntmsaojosé.blogspot.com

terça-feira, 7 de agosto de 2012

O PEQUENO PRÍNCIPE - DICA PARA LEITURA



Reler O Pequeno Príncipe sempre me emociona, uma sugestão para leitura com alunos e para nos adultos repensar algumas atitudes e responsabilidades.



Trecho do Livro:
"E foi então que apareceu a raposa:
- Bom dia - disse a raposa.
- Bom dia - respondeu polidamente o principezinho, que se voltou, mas não viu nada.
- Eu estou aqui - disse a voz -, debaixo da macieira...
- Quem és tu? - perguntou o principezinho.
- Tu és bonita...
- Sou uma raposa - disse a raposa.
- Vem brincar comigo - propôs o principezinho. - Estou tão triste...
- Eu não posso brincar contigo - disse a raposa. - Não me cativaram ainda.
- Ah! Desculpa - disse o principezinho. Após uma reflexão, acrescentou:
- Que quer dizer "cativar"?
(...)
- Eu procuro amigos. Que quer dizer cativar?
- É uma coisa muito esquecida - disse a raposa. - Significa "criar laços"...
- Criar laços?
- Exatamente - disse a raposa. - Tu não és ainda para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil garotos. Eu não tenho necessidade de ti. E tu não tens também necessidade de mim. Não passo a teus olhos de uma raposa igual a cem mil outras raposas. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro.
Serás para mim único no mundo. Eu serei para ti única no mundo...
(...)
- A gente só conhece bem as coisas que cativou - disse a raposa. - Os homens não têm mais tempo de conhecer coisa alguma. Compram tudo prontinho nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se tu queres um amigo, cativa-me!
(...)
- Os homens esqueceram essa verdade - disse a raposa. - Mas tu não a deves esquecer. Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas. Tu és responsável pela rosa...
- Eu sou responsável pela minha rosa... - repetiu o principezinho, a fim de se lembrar."


Reproduzo a seguir artigo da Dra. Fátima Oliveira sobre o livro o Pequeno Princípe e sua atualidade.Do Portal Vermelho.
Quando eu era adolescente, a resposta clássica a qualquer entrevista de uma candidata a miss que se prezasse - o concurso de Miss Brasil arrastava multidões e tinha prestígio - é que "O Pequeno Príncipe" era o seu livro de cabeceira! Nem pensar numa miss que não lera o célebre livro de Antoine de Saint-Exupéry (1900-1944), piloto da Segunda Guerra Mundial, escritor e ilustrador francês, que aos 44 anos, pilotando um avião militar, foi abatido pelos alemães, num voo de reconhecimento entre Grenoble e Annecy, na França. Era julho de 1944. Em 2004, os destroços de seu avião foram encontrados na costa de Marselha.

As aspirantes a miss banalizaram um livro, literária e filosoficamente, precioso, cuja leitura era obrigatória em meu tempo de ginasiana. É rara a pessoa com menos de 30 anos que o leu. No máximo conhece algumas de suas belas e filosóficas frases que pululam na web. Já faz tanto tempo em que crianças e jovens liam Saint-Exupéry por obrigação e depois se encantavam com ele para sempre. Em geral, quando falo sobre o tema, ouço: "É a nova! Do tempo em que era obrigatória a leitura de O Pequeno Príncipe!".

Lamento que não seja mais. Por vários motivos. Um deles é que "O Pequeno Príncipe" é uma alegoria em prosa-poema sobre a amizade e a transcendência dela; sobre a sofrença e o encanto do amor e seu entorno filosófico; e nos ensina o valor da ética da responsabilidade e das coisas que não estão à vista, mas no horizonte: "O que torna belo um deserto é que ele esconde um poço em algum lugar". Outra razão, é que livros como ele são companhias prazerosas e enriquecedoras a qualquer momento. É engano considerá-lo piegas, apesar de que pieguice tem serventia e hora - nem sempre é coisa boba, condenável ou execrável, podendo, inclusive, ser terapêutica.

"O Pequeno Príncipe" expressa uma visão de mundo decente e nele há insumos que se prestam com propriedade para adoção no cenário da política. Alguns cabem como uma luva para a conjuntura política brasileira. Se eu fosse conselheira da presidente Dilma Rousseff diria que ela deveria sugerir ao vice-presidente Michel Temer sessões de biblioterapia - o livro como recurso terapêutico - para o PMDB, usando "O Pequeno Príncipe", com convites extensivos a alguns parlamentares e ministros do PT e da "base aliada".

No momento, é a única vereda que vislumbro para dar algum lustro ético ao PMDB e dotá-lo de sensibilidade para minorar a petulância partidária e estimular o amor ao povo brasileiro. O que pode ser aprendido com os diálogos da raposa com o Pequeno Príncipe: "Para enxergar claro, basta mudar a direção do olhar", e que "só se vê bem com o coração. O essencial é invisível para os olhos".

Sempre que releio "O Pequeno Príncipe" descubro algo arrebatador. Nunca deixo de ler a dedicatória: "Peço perdão às crianças por dedicar este livro a uma pessoa grande/ Tenho uma desculpa séria: essa pessoa grande é o melhor amigo que possuo no mundo./ Tenho uma outra desculpa: essa pessoa grande é capaz de compreender todas as coisas, até mesmo os livros de criança./ Tenho ainda uma terceira: essa pessoa grande mora na França, e ela tem fome e frio. Ela precisa de consolo. Se todas essas desculpas não bastam, eu dedico então esse livro à criança que essa pessoa grande já foi./ Todas as pessoas grandes foram um dia crianças. (Mas poucas se lembram disso)./ Corrijo, portanto, a dedicatória: A Léon Werth, quando ele era pequenino".

Ninguém lê "O Pequeno Príncipe" e continua a mesma pessoa.
Fátima Oliveira é Médica e escritora. É do Conselho Diretor da Comissão de Cidadania e Reprodução e do Conselho da Rede de Saúde das Mulheres Latino-americanas e do Caribe. Indicada ao Prêmio Nobel da paz 2005.
RETIREI DE UM BLOG INTERESSANTE ENQUANTO PESQUISAVA ALGO SOBRE O PEQUENO PRINCIPE.

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

COMO LIDAR COM A DESOBEDIÊNCIA E A TEIMOSIA DOS FILHOS


 Lidar com a desobediência e teimosia dos filhos é uma tarefa difícil para muitos pais que ficam sem saber se a atitude tomada era a mais adequada ou não.
A desobediência é sentida como indesejável pelos adultos porque põe em xeque sua autoridade. Mas, no entanto, a obediência sistemática pode ser tão prejudicial quanto à desobediência costumeira, porque se uma sugere a formação de uma personalidade débil e pouco criativa, a outra indica um potencial para delinquência.
Quando a criança sofre restrições excessivas, como exigência de um “bom comportamento” que implique passividade e autocontrole incompatível com suas capacidades, criam-se condições para atos de teimosia.
Filhos de pais extremamente permissivos, também apresentam esse tipo de problema, porque tais crianças se tornam incontentáveis, exigindo sempre mais.
Pais que vacilam entre restrições e tolerância se tornam incoerentes dando a criança um modelo confuso de identidade comportamental, que acaba gerando condições propícias para que a criança desobedeça. Pais coerentes criam confiança e segurança.
Algumas atitudes dComo Lidar Com A Teimosia e Desobediência dos Filhosos pais estimulam uma boa relação, são elas:
Não exigir obediência em nome da obediência. É melhor solicitar do que exigir e quando necessário justificando. Se o pai quer silêncio para falar com a mãe, é melhor substituir o “fique quieto porque estou mandando”, por um pedido de silêncio para que ele possa conversar com ela.
Não tentar corrigir teimosia com outro comportamento semelhante: tipo o “Vamos ver quem manda aqui”.
Sempre que possível respeitar a criança nos arranjos, escolha dos jogos e brincadeira, preferência por locais de passeio, amigos, as descobertas, etc…
Não exigir obediência induzindo medo, pois tal atitude contribui para que a criança seja medrosa, mas não obediente.
No momento de crises de birras é melhor ter paciência, demonstrando a criança que não conseguirá nada com esta atitude, além de descarregar sua tensão e raiva.
Apenas um familiar deve ficar com a criança e falar com ela, mesmo que pareça não ouvir, comunicando sua disposição em escutar suas razões. Quando a criança estiver mais calma, deve-se explicar-lhe melhor, para que possa entender o porque de sua decisão.
Será necessário em determinadas situações conter fisicamente a criança, principalmente quando corre risco de se machucar ou agredir alguém com a intenção de acalmá-la.
É importante ajudar a criança a entender que pode utilizar outras formas, como a conversa, para mostrar aos pais o que não está bem com ela, ou quando algo não é como deseja, aprendendo aos poucos a lidar com limites e frustrações necessárias da vida. 
Psicóloga Rosângela Martins.
Enviado por: Cíntia Fátima Queiroz
Fonte: Tudo Perto/Julho/2012


Para Garantir Uma Educação Nota 10!

 “Assim como os pais, o professor é uma referência importante na educação infantil”. E os pais podem, e devem ajudar os filhos a dar o valor que esse profissional merece. A chave para educar melhor está em conseguir que pais e professores formem uma parceria. “É importante que ambos se esforcem para que nasça uma relação baseada no respeito”. Veja o que a família e a escola podem fazer para promover um bom aprendizado para as crianças:
Os Pais Devem…
  1. Refletir se é preciso mudar o comportamento – “Criança aprende mais com o que vê do que com o que escuta” diz a terapeuta Simone Negozzio. “Se os pais não agirem com respeito em casa, esse mau exemplo será reproduzido com o professor”.
  2. Dar atenção às atividades realizadas na escola – Não se limite a olhar bilhetes. Participe das reuniões escolares. Aproxime-se do professor e trate-o com respeito.
  3. Acompanhar a evolução do filho – Verifique o caderno dele.
  4. Ouvir com atenção – Se o professor avisar sobre algum problema com seu filho, não assuma a posição de vítima, achando que todos estão contra você. Reflita.
  5. Respeitar o professor na frente do filho – Para resolver algum desacordo, converse com ele sem a presença das crianças.
O Professo Deve…….
  1. Oferecer um bom ambiente na sala de aula – Apesar das limitações, o educador deve criar da melhor forma possível um clima adequado para que os alunos consigam aprender, pois ninguém absorve a lição numa atmosfera ruim.
  2. Persistir na educação de alunos com problemas de comportamento – Um professor desiste do aluno por causa das adversidades, na verdade, está desistindo de si mesmo.
  3. Dar um bom exemplo – Afinal, é um modelo aos alunos. Agir corretamente também faz parte do ensino.
  4. Abrir espaço para o diálogo com a família – É a melhor maneira de apontar os problemas dos alunos para os pais e evitar conflitos.
  5. Saber escutar o outro – É a grande qualidade do bom professor, assim como manter o humor nas aulas: é desestimulante ter um mestre depressivo e desanimado.
Enviado e adaptado por: Rossana Fontana
Fonte: Ana Maria/Julho/2012








SITE INTERESSANTE





sexta-feira, 3 de agosto de 2012

SITE PARA CONSULTAR

professores sugestão de site para consultar, é muito rico em textos e diversos assuntos que ajudam a preparar as aula
http://www.planetaeducacao.com.br/portal/index.asp











DIFERENÇAS ENTRE PALAVRAS DO BRASIL E PORTUGAL


http://www.planetaeducacao.com.br/portal/artigo.asp?artigo=1614
Assaltaram a Gramática




Erika de Souza Bueno Coordenadora Pedagógica do Planeta Educação. Professora e consultora de Língua Portuguesa pela Universidade Metodista de São Paulo. Articulista sobre assuntos de língua portuguesa, educação e família. Editora do Portal Planeta Educação (www.planetaeducacao.com.br)
“As aves que aqui gorjeiam não gorjeiam como lá”
Diferenças entre palavras do Brasil e Portugal

Tres-passaros-sobre-tres-galhos-de-arvore
Apesar de a nossa língua e a língua falada em Portugal terem a mesma origem, uma vez que ambas vieram do latim, há muitas diferenças entre a língua portuguesa brasileira e a língua portuguesa europeia. Isto porque cada nação tem a sua própria história, sofreu imposições e misturas diferentes.

Aqui no Brasil, por exemplo, não foram apenas os portugueses que vieram para cá e, ainda que fossem os únicos, nossa língua hoje também é resultado das misturas com as línguas dos povos que já habitavam aqui.

O professor poderá explicar sobre a importância de se falar uma mesma língua, importância tal que as primeiras providências tomadas quando uma nação subjugava outra, era a de estabelecer a língua da nação vencedora sobre outras.

Tal mistura dá origem há várias afirmações, entre as quais, que não há nenhuma lógica em querermos falar como em Portugal, uma vez que já não somos mais Colônia de lá.

Considerações assim podem ser bastante simples para alguns, mas sempre há aqueles que preferem falar “estou a sorrir” a “estou sorrindo”, esta última expressão muito mais comum aqui no Brasil.

É fundamental deixarmos estes pontos esclarecidos para nossos alunos, pois precisamos lutar contra pensamentos como “brasileiro não sabe falar português” e “somente em Portugal se fala bem o português”.

O tema pode ser perfeitamente estendido para assuntos de ordem social como o preconceito, pois o professor poderá explicar que as diferenças podem ser (se bem-administradas) construtivas, pois se fôssemos totalmente iguais, não teríamos nada a acrescentar uns aos outros.

É oportuno, também, estabelecer alguns momentos para a reflexão de como há intolerância com tudo o que se apresenta fora do padrão imposto pela maioria e como esta intolerância se concretiza.

Para facilitar ao professor, busquei informações sobre algumas palavras e expressões diferentes entre o português da América e o português da Europa, através de Alexandre Miguel - Graduado em História (licenciatura), que veio de Portugal ao Brasil há 5 (cinco) anos.

Veja estas diferenças notadas por ele:
Tabela-de-diferencas-entre-o-portugues-de-Portugal-e-do-portugues-do-Brasil